domingo, 27 de maio de 2012

Diário dos escravos


Meu diário

Hoje a minha patroa me colocou na Casa Grande, ainda bem que ela me tirou do sol. Agora meu trabalho será só para limpar a casa dela. 

Muito melhor que lá fora, que as vezes eu dormia com fome, agora se  sobrar comida os escravos escondem e me dão um pouquinho e me alimento. Mas ninguém pode saber porque lá comemos só o que nos dão e não é muito também, mas melhor que lá  fora, pois la nós os negros apanhamos muito feio e não tem comida.

Mas eu ainda continuo com raiva e  quero matar o meu Senhor  porque ele  quer me mandar para fora de novo e já  me bateu.

Por causa da violência dele , ontem os negros se revoltaram e houve um monte de mortos acho que tinha uns 15 mortos e 13 vivos e muito machucados.

A senhorinha patroa me falou para "mim"  cuidar das crianças para ela,porque ela não tem tempo  e não pode e havia muitas feridas também . E ela me disse se eu fizesse isso e mesmo que o Senhor me batesse ela me daria uma moeda e ajudaria a me deixar lá na casa. Falei que sim pois eu ia cuidar das crianças assim mesmo, pois uma é minha filha 

Helen paula Biajone de Lima.   nº 12  8º ano B

Atividade curricular, desenvolvido e enviado por aluno como colaborador sem interferência e não aplicado correção ortográfica 

@redação

Diário de um escravo




Quinta-Feira

Já é quase madrugada, hoje dia 17-04-1834, trabalhei muito hoje, mais de que costume.


Além de limpar e faxinar toda a casa grande, plantei algumas verduras por todo terrero, também colhi todo o milho, café e cana plantadas ao redor do casarão.


Estou com dores em todo o corpo, pois ainda carreguei o senhor léguas e léguas, e quando 
cheguei na vila apanhei muito só por ter escorregado.

Sexta-feira 
Estou novamente aqui, hoje é 18-04-1834, neste galopão escuro, úmido para passar mais uma terrível noite. Se passou mais um um longo dia, mais difícil que o anterior.

Hoje, nas fazendas de cana de açucar, e nas minas de ouro, fui tratado da pior forma possível. Trabalhei mais de quinze horas, para receber trapos de roupas e uma péssima alimentação. Já sem forças alguma tentarei dormir, e pior, sem o pôr do sol ter acontecido, já estarei acordado a horas.

Wantuilton Felipe da Silva N°34. 8° ano D


Atividade curricular, desenvolvido e enviado por aluno como colaborador sem interferência e não aplicado correção ortográfica 

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Diário de um Escravo



Cabreúva  10 de setembro de 1885
Hoje eu tive um ótimo dia pois almocei  na Fazenda com a minha mulher, meus filhos  e os minhas  escravas me serviram um excelente almoço.
Mas tive que castigar um deles,  que me servia, por que ele derrubou sal no chão, eu não queria te-lo castigado, mas se eu não castigar, eles sempre vão derrubar as coisas e quebrarem. 
E eles tem saber que o sal anda muito caro.

Lucas Natanael Lopes   N° 17   8° ano C

Atividade curricular, desenvolvido e enviado por aluno como colaborador sem interferência e não aplicado correção ortográfica 

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Diário de um escravo


Cabreúva, 1 de abril de 1789

Hoje minha mãe e meu pai marcaram um almoço em família em casa, ela convidou minhas tia, meus tios e meus primos.
A parte ruim foi que minha mãe, sem paciência, corrigiu ,humilhou e bateu em  muitos escravos na frente deles, precisa fazer mas na frente das visita não.
Meu primo sem querer deixou cair um copo de chá no chão, e ela rapidamente mandou o escravo lavar o chão, ela demorou e tomou um chicotada sem piedade.

Nesta noite ela para se refrescar pediu, logo em seguida, ela pediu para eles ficarem abanando o leque para todos, pois estava muito calor.

Não sei parece que eu não sou daqui as vezes eu fico com dó deles, mas eu não posso fazer nada.

Hoje a tardinha antes de escurecer eu fui levar um prato de comida para um dos escravos da minha mãe bateu  e não deu comida, e meu pai viu ficou muito bravo comigo  e pegou o prato,  jogou no chão, mandou ele limpar o chão com a boca e colocou eu de castigo em meu quarto.

E falou para eu não sair daqui hoje, só amanhã.  Este foi o meu dia.


Diário de um escravo



Cabreúva 01 de abril 1789

Hoje eu cheguei de viagem e fui jantar com a minha esposa.
Os escravos fizeram uma janta maravilhosa, mais minha esposa não"gosto" muito da comida, acredito que era ciúmes das escravas me agradando
Ela vive falando que quer ter um filho e os escravos tem muitos, que ela vive cuidando, como se fosse dela.  Pensei muito nisso nos últimos dias, mais como eu vou dar um filho a ela  se eu viajo muito, vai ser um trabalhão para ela, mas vou pensar a respeito, já até disse a ela.
Hoje também fiquei sabendo que o meu vizinho de tanto bater nos seus escravos, muitos fugiram, vou falar para o meu capataz não bater tanto nos escravos, porque o sol esta muito quente eles podem querer fugir,  e quem vai colher minha plantação. 
Jose Almeida.

Raine de Souza Alves  8º Ano C

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Diário de um escravo







Cabreúva 01 de abril de 1789
Hoje eu tomei um susto
Estávamos nós  jantando eu meu irmão ,meu pai e minha mãe, e os escravos  estavam nos servindo e colocando a mesa.
Quando derrepente  veio uma comida estranha que não estava no cardápio que minha mãe, Senhora do Engenho tinha pedido.  
Ela  jogou a travessa com todo a comida, na cara do escravo que nos serviu e depois mandou que o  levassem ele para uma salinha velha, onde ela sempre bate e  maltrata os escravos.
Ela  bateu e bateu ate ele cair no chão, e fiquei espiando ali, por um buraquinho na parede e chorando era o Tião que ela mandou bater e ele é tão bom pra mim, mas não podia fazer nada alem de ver e chorar.
Isso  me parte o coração , espero que um dia isso acabe !

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Diário de um escravo



Hoje é mais um dia que tenho que acordar muito cedo, pois sendo escrava e tenho esse  horário de madrugada  para levantar. Nem da ao acordar  pra tomar café (quando tem) tenho que sair  correndo  para cumprir minhas obrigaçoes na  Casa Grande. Pois sendo escrava, sou muito humilhada por aqui, quando não apanho se não chegar cedinho.

Na casa é difícil, cedo começo a fazer o serviço e quando acho que já terminei, a Senhora  aparece mais o que fazer , ele fica inventando serviços parece, pois "sô" caprichosa ,alem de arrumar toda a casa deixo ela brilhando de limpo.

Mas mesmo com tudo isso que eu faço, nunca,nunca estão satisfeitos e as vezes por nada.as vezes eu apanho, mesmo as vezes apanho também por algo que eu não fiz, pois meus patroes me acusam o tempo todo é tão difícil, mas  eu tenho que aceitar, calada sem ao menos dizer nada. As vezes sonho  que  talvez  um dia eles me escutassem  que e se eu  tivesse menas coisas para fazer, mais capricho ainda e  teria uma vida melhor, pois trabalho o dia inteiro e nem sento direito para descansar, mas é só um sonho eu  sei.

Bem melhor dormir,  eu  fecho os olhos e penso da minha terra da da Àfrica  que saudade, mas as vezes tenho pesadelos, pois mesmo no senho lembro que  amanhã é mais um dia de sofrimento!

Joycelaine   8º Ano  D

Atividade curricular, enviado por colaborador sem interferência e não aplicado correção ortográfica 


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