terça-feira, 5 de junho de 2012

Diário de um escravo


Cabreúva, 01 de abril de 1886

Ontem almocei com meu marido, então mandei meus escravos servirem uma comida especial da terra deles, mas acabaram servindo mandioca, feijão com carne, o que eles comem na senzala e olha que não estava ruim. Eles também como costume trouxeram seus filhos que ficaram debaixo da mesa mas escravas os estavam atendendo,. Fico  com dó e os deixo aí pois eles  tem muita fome e como cachorrinhos me pedem comida. 
Durante o jantar acabei dando comida, mas meu marido com raiva mandou os chicotear seus pais e as crianças também, eu fiquei muito triste pelas ordens de meu marido e então fui pedir para que ele não fizesse mais isso, ele  com mais raiva ainda acabou mandando matar os escravos, de manhã como castigo pra mim e para que os outros escravos vissem. Mas eu rapidamente fui até os escravos, abri as cadeias e dei-lhes uma e quantia em moedas para que eles fugissem e se livrassem da morte.
Acostumados não queriam ir, tive até que empurrar e ameaçar de bater.
Até hoje a noite ainda não os acharam, tô rezando para que não os encontre

Colaborador : Karina Santana) n°12   8°ano C

Texto enviado por colaborador como atividade pedagógica, com pouca correção ortográfica ou  intervenção  textual, por parte do redator

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