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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Diário de um escravo


   Era uma vez um escravo muito ruim que o seu patrão só judiava eu ponhava ele de castigo e não gostava de seu patrão porque ele só judiava eu então chegou uma vez que ele chegou e desobedeceu patrão então ele desobedeceu seu patrão então seu escravo fugiu para mata.

   Então o patrão falou o dia que eu pegar esse escravo vou mata-lo e vou esquarteja-lo
e quando o seu patrão achou ele usou palmatorio então depois disse  ele  quis se vingar
de seu patrão então ele conseguiu matar seu patrão e depois disso libertou todos os outros
escravos e assim viveram felizes para sempre.


Colaborador: Ronaldo Cesar Silva Rodrigues n º 27  8º Ano .

Texto sem edição. Enviado como colaborador e complemento de atividade pedagógica

@redação


Diario de um escravo




                                                         Diario de um escravo

                   Eu to um pouco feliz porque hoje o senhor levou eu e o meu amigo escravo na igreja e eles foi muito bom e eles deu roupas e muitas outras coisas para mim vestir e os meus amigos foi tambem comigo os meu amigos.meu pai e a minha mãe não foi e eles queria ir e eu acho que os senhores esta brigando com eles eu to escrevendo porque eu fiquei na escola so um pouco quando eu era mais criança e quando eu tava na escola era bom mais a hora que eu tava em casa não era bom não porque eles brigava muito comigo mais eu queria estudar eu so sei escreve so um pouco por isso eu não estudei muito so foi um pouco.

                   Mas meu pai brigou com o senhor e o senhor brigou muito com o meu pais,e o meu pai falou que ia matar o senhor e o meu pai falou para todos os escravos e um dele foi e falou para o senhor e o senhor falou que a noite ia matar o meu pai eu to muito triste  eu e a minha mãe a gente chorou  muito.E a noite  o senhor matou o meu pais eu chorei muito e a minha mãe falou que era para matar ela tambem so porque matou o meu pai e se eles matar a minha mãe eu não sei o que fazer,mais eles falou que não vai matar ela não porque de mim eu não quero ficar sozinha...
                                                        fim

Aluno 8 º  EF  Jéssica Carneiro Feitoza

Texto sem edição, enviado como colaboração de complemento de atividade pedagógica 

@redação
                                                          

Diario de um escravo

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                                     DIARIO DE UM ESCRAVO
           ESTAVA CANSADA DE VIVER ASSIM TRABALHANDO DURO E LEVANDO CASTIGOS HORRIVEIS.
   CERTA VEZ ESTAVO ARRUMANDO A CASA QUANDO DERREPENTE QUEBRO UMA XICARA FIQUEI DESESPERADA POIS SABIA QUE EU IRIA SER ESPANCADA, MASSACRADA...
ENTAO O SENHOR DA CASA OUVINDO FOI EM DIRECAO A COZINHA E EU CORRI PARA RECOLHER OS CACOS NO CHAO MAS NAO DEU TEMPO,ELE OLHOU PARA MIM COM UM OLHAR ESPANTADOR DE DAR MEDO. E ME DISSE:
  -O QUE VOCE FEZ?? NAO ACREDITO QUE QUEBROU A MINHA XICARA ..
E PEGOU UM OBJETO QUE MASSACRAVA AS MAOS DAS PESSOAS OU SEJA APERTAVA ATE DOER,E COLOCOU SOBRE MEUS DEDOS E EU DESESPERADA CHORANDO,GEMENDO DE DOR.
ELE ME LEVOU PARA UMA SELA TODA ESCURA E ME DEIXOU LÁ POR DOIS DIAS SEM COMER NADA E E SEM BEBER NADA. ATE QUE NO DIA ESGUINTE ELE ME LIBEROU PARA FAZER OS FAZERES DA CASA.
      QUANDO O RELOGIO TOCOU AS MEIA NOITE E PONTO EU TOMEI UMA ATITUDE DE,MATAR O SENHOR DONY JOAO,O SENHOR DA CASA E A SUA ESPOSA SENHORA DOLORES.
ENTAO SUBI EM DIREÇAO AO QUARTO E COMETI ALGO SUPER TRAGICO MATEI OS DOIS OS AFOGANDO EM UM TRAVESSEIRO.
        E DEPOIS PEGUEI TODOS OS MANTIMENTOS E ESCONDI NUM PORAO VELHO QUE HAVIA NA CASA POIS NINGUEM IA LA NEM PARA FAZER LIMPEZA.. POREM ME REFUGIEI ALI. E TODO DIA QUANDO DAVA MEIA NOITE QUANDO TODOS ESTAVAM DORMINDO E COMIA,TOMAVO BANHO E TUDO MAIS E NINGUEM ME FLAGAVA.
AYE QUE UM DIA TINHA ME CANSADO DE VIVER ESCONDIDA ENTAO PEGUEI TODOS PERTENCES VALIOSOS QUE HAVIA NA CASA E FUI PARA OUTRA CIDADE,MAS MESMO ASSSIM NAO PODIA VIVER TRANQUILA,POIS EU SABIA QUE IRIA HAVER MUITOS INIMIGOS POR PERTO ENTAO NAQUELA CIDADE  ME REFUGIE ONDE CONSTRUI A MINHA PROPRIA HISTORIA MAS E CLARO SEMPRE A CONCIENCIA PESADA PELOS ATOS DO PASSADO...
                                            *FIM*

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Diário de um escravo



Cabreúva 01 de abril 1789

Hoje eu Dom Marques estou almoçando com minha esposa.É a primeira vez que acho a comida muito boa , acho que vou ate mandar o feitor manerar no castigo com os escravos.

Também fiquei sabendo também que nas terras vizinhas os escravos se revoltaram contra seu senhores e eu não quero ter prejuízo nenhum.

E esses dias eu estava pensando e acho que vou falar para minha esposa e  ter um filho,porque se eu morrer eu não vou ter nenhum herdeiro.

Dom Marques

METUSALEM DOMENICALI COSTA NUMERO 24 ANO 8C

Diário de um escravo



Cabreúva 01 de abril de 1789


Meu nome é João, pedi para escrevem o  mais um dia sofrido com a ajuda de meu amigo o capataz da fazenda. 
Estava com fome pois comi apenas um pão  velho que achei na cozinha e fui castigado por ficar olhando meus patroes comendo um pão tão macio.No castigo minha mao foi apertada e esta doendo até agora


Hoje ainda  carreguei meu patrão ,em uma rede (liteira)  com o apoio de uma vara, junto com outro escravo o nenê meu  amigo e trouxe meu cachorro porque só ele e meu verdadero amigo,eu nao confio em nenhum dos meus amigos de trabalho. 
Porque? Já me denunciaram a troco de comida, por isso não confio mais  neles, somente no meu cachorro


E assim que conto  esta historia triste que não pode nem sequer ter amigo de confiança.


Colaboradores  Vinicius e Luis   8º Ano C  - Numeros:36 e 19 


Texto enviado por colaborador como atividade pedagógica, com pouca correção ortográfica ou  intervenção  textual, por parte do redator

Diário de um escravo






Cabreúva, 16 de Maio de 1799


Eu era um escravo que era muito judiado pelo meu patrão. Por nada as vezes ele me batia e me colocava no tronco e de castigo.
Foi indo fui pegando um ódio dele e para não apanhar mais me propus a fugir pra longe pelas matas.
Mas meu patrão descobriu mui sumiço e me disse "...o dia que eu pegar esse escravo vou mata-lo e esquarteja-lo"
Por fim meu patrão acabou me pegando e começou a me bater nas mãos coma palmatória, mas acabei escapando dele, matei ele e seus homens e libertei todos os escravos e fugimos para a mata e montamos este   quilombo e vivemos como na "nana" (terra africana)"

Colaborador: Ronaldo Cesar Silva Rodrigues   8º ano B  Numero:27

Diário de um escravo








Cabreúva,  01 de Agosto de 1769


De tanto apanhar, estou me tornando um escravo muito ruim e nervoso. É que o seu patrão só  judia eu põe de castigo.


Com issi fui pegando um ódio  e passei a não  gostar de meu patrão, cansado de apanhar e ser desrespeitado,  eu era um rei na Africa, resolvi fugir para longe, pelas matas.


Então logo que meu patrão percebeu meu sumiço, ele falou para todos ouvirem : "..o dia que eu pegar esse escravo vou mata-lo e esquarteja-lo."


E ele acabou me achando de raiva ele  usou primeiro a palmatoria então depos disse  ele  quis se vingar, mas consegui escapar e matar meu patrão e depois disso libertei  todos os outros
escravos e fugimos e montamos este quilombo onde vivemos como na àfrica como uma nação.




Colaborador :Ronaldo Cesar Silva Rodrigues    8º Ano B  - número 27




Texto enviado por colaborador como atividade pedagógica, com pouca correção ortográfica ou  intervenção  textual, por parte do redator

Diário de um escravo






Estou escrevendo hoje, dia 01 de abril de 1587, para deixar aqui registrado que fui  muito castigado hoje pelo meu Senhor. 
Fui castigado  porque eu estava indo arrumar a mesa do jantar e acabei derrubando uma das pratarias caras que se espatifou no chão, não aconteceu nada acredito.
Porém meu Senhor ficou furioso me levou para fora da casa, me amarrou "no tronco" e me deu varias chicotadas e ainda levei  varias palmatorias.
Depois deste castigo violento e estou pensando em fugir para os quilombos pois tudo que faço quero fazer bem feito mas se erro uma coisinha sou castigado.
Ouutro dia até,  fui colocar uma colher de sal para temperar a comida e acabei derrubando no fogão e levei um terrivel castigo "estou cansada pois sou castigada diariamente tenho que me livrar disso"!




Colaborador(a) Tássia Ellen Gomes Del Valle Rodrigues   nº 30   8º ano B


Texto enviado por colaborador como atividade pedagógica, com pouca correção ortográfica ou  intervenção  textual, por parte do redator

Diário de um escravo


Cabreúva, 01 de Abril 1756


É tão cedo, já são 5 horas da manha, tenho que servi os meus "donos",  lá na Casa Grande, se eu não servir, com certeza vou levar 50 chicotadas que ele capataz me prometeu por comer e me atrasar outro dia.
Outro dia foi no almoço  em que servia o almoço, enquanto eu comia umas sobras, pois não comia nada o dia inteiro, atrasei e não levei uns pratos na mesa e os Senhores ficaram esperando  daí tomei um soco e fui ameaçado das 50 chicotadas.


Esta é a minha vida de escravo.


Colaborador(a)  Giovannin 8 º ano  D  Nº 12


Texto enviado por colaborador como atividade pedagógica, com pouca correção ortográfica ou  intervenção  textual, por parte do redator

Diário de um escravo






Diário:
Hoje a Senhora  me tirou da roça e me levou para a casa grande, quer que eu costure enquanto ela ensina sua filha a ler e a escrever
Quando saio a Senhora até me deixa usar as joias dela , mas se eu perder com certeza vou ser castigada . 
A senhora e muito boa comigo mas  tenho que fazer tudo certo se não vou ser castigada ; trabalhar na casa grande é ótimo




Colaboradora : Lorrany Marques Silva 8 ano A numero 27




Texto enviado por colaborador como atividade pedagógica, com pouca correção ortográfica ou  intervenção  textual, por parte do redator








Diário de um escravo


Cabreúva,01 de abril de 1886
Hoje eu fiquei o dia todo abanando minha "patroa", mas me distrai e num certo momento acabei abando ela muito forte,  ela se levantou e bateu  com um concha na frente dos meus filhos .
Ela  ainda com muita raiva, também acabou batendo nos meus filhos mais, fico chateada mas fazer o que, considerando a vida que levamos lá na senzala,  eu tenho que até agradecer, pois muitas vezes  ela  é que  ajuda meus filhos,  a não passar fome.
Mas chateada estou pensando em fugir pra não ser espancada e nem meus filhos

Colaborador(a) Thais Aparecida Garcia  8º Ano C  Número 34

Texto enviado por colaborador como atividade pedagógica, com pouca correção ortográfica ou  intervenção  textual, por parte do redator

terça-feira, 5 de junho de 2012

Diário de um escravo



Cabreúva,01 de abril 1886

Hoje eu e o meu pai saímos para um passeio junto  com os escravos.

Mais o nosso guia o  João Bento, capataz da fazenda, não gostou muito porque

Os escravos estavam muito juntos e ele queria que eles andassem um pouco mais longe, tem medo de juntos eles tenham mais oportunidade de revoltar.

Como João Bento falou duas vezes e os escravos não se separavam ele começou a dar pancadas em um e outros até  que  se  separassem

Bom eu não gosto dessa historia de bater, nos escravos isso me magoa   muito, meu pai me diz que eu sou muito pesquena para entender e quando crescer vou entender. Não sei não.

Colaborador : Eveliny  nº 04  8°ano

Diário de um escravo





Cabreúva, 20 de Maio de 1886 




Hoje fui dar uma volta com meus filhos na Fazenda, me surpreendi, não imaginava que meu marido era tão cruel com os escravos.


Imagina que estava andando, junto com meu filho pequeno ele tropeçou, caiu e chorou. Um escravo que passava viu a crinaça chorando foio me ajudar. Bem nessa hora meu marido vinha chegando e muito nervoso sem me escutar começou a chicotear o escravo como se a queda e choro da criança fosse  culpa dele.


Fiquei muito triste, o pobre do escravo não fez outra coisa não ser me ajudar.


Colaborador - Mayara  nº  20   8º Ano 

domingo, 27 de maio de 2012

Diário de um escravo



                                                                                   
Cabreúva 01 abril de 1886

Hoje almocei com meu marido, o Senhor da Fazenda de Manduquinhos, mandei preparar um almoço especial. 


No almoço os 2 bebes da minha escravas queriam comer, ficaram pedindo comida pra gente, mas meu marido alem de de mandar chicotear seus pais que os deixaram,, ele mandou deixar "os nenem" sem comida .


Nunca gostei do jeito do meu marido tratar os escravos, apesar dele ser assim,  em todo lugar sou diferente dele. Muitos dias eu  peguei e dei comida para os escravos, tenho dó, ate agora  tem dado certo .
Por hoje é só  meu diario ate amanhã, agora vou dormir


Kauni  Martins Agricola  nº  8 Ano c



Atividade curricular, desenvolvido e enviado por aluno como colaborador sem interferência e não aplicado correção ortográfica 

@redação

Diário de um escravo





Semana passada eu derrubei sal, sem querer, em meu patrão, ele me castigou  muito colocando minha mão em um corredor de conduta, para espremer a minha mão.


Pior foi na segunda, eu e meu amigo Pedro, quando estávamos levando meu patrão, e em uma altura do caminho eu não aguentei leva-lo, pisei em um buraco e caindo o derrubei. Dá ele se levantou e me bateu muito com galhos de árvore, que estava na beira da estrada.

Não tô mesmo com sorte, pois na terça eu derrubei a comida encima de minha Senhora, que azar daí o meu  Senhor me bateu de novo, agora me jogando encima de umas pedras e pedaços de madeiras.


Com azar "sorto" na quarta eu me machuquei cortando a lenha e não contei para o meu patrão, para não apanhar mas  quando ele viu que eu tinha perdido dois dedos,  ele me bateu tanto mas tanto, reclamando que eu podia ter morrido e que tinha custado muitos "tostoês" .  


Daí eu eu não aguentei levantar mais no outro dia, só fui me recuperar hoje, sábado e tô vindo da mata, pois ele me tentou bater  eu o matei e enterrei lá. Já faz horas que tão procurando ele, mas não achar não t[a num "grotão"..


Colaboração - Kelvin  




Enviado por colaborador sem interferência e não aplicado correção ortográfica 


@redação